São vários os cenários que podem levar à substituição de um dente desde cáries irreparáveis, traumatismos e até doenças gengivais. Não existe um número mínimo de dentes em falta para que o paciente possa colocar um implante. Basta uma falha para o procedimento ser feito. No entanto, dependendo da quantidade de dentes em falta pode ser inserido um implante ou uma dentadura completa ou parcial.
Existem várias opções disponíveis entre utilizar um único implante com múltiplas coroas unidas por uma ponte ou uma prótese, ou utilizar múltiplos implantes com coroas distintas. O paciente pode escolher qual a solução que prefere, de acordo com o plano de tratamento recomendado pelos nossos especialistas de implantologia.
Os implantes podem ser colocados por um dentista, um cirurgião oral e/ou maxilo-facial ou
por um periodontista desde que tenha formação na especialidade. Já os prostodontistas são
os especialistas na fabricação das coroas e dentaduras que serão colocadas sob os
implantes.
Antes de efetuar qualquer procedimento são necessárias várias consultas e exames, incluindo um estudo radiológico e perfil com antecedentes para avaliar o melhor plano de tratamento. No caso das crianças, por exemplo, este procedimento não é aconselhado para não influenciar o desenvolvimento e crescimento natural e inviabilizar os implantes. O mesmo acontece para doentes oncológicos, diabéticos e fumadores já que a sua condição poderá afetar a fase final de recuperação.
Após essa avaliação, o especialista prepara as próteses e todos os materiais necessários para a cirurgia.
A cirurgia pode ser feita com anestesia local ou geral, dependendo do tipo de implante, e segue um protocolo cirúrgico rigoroso. Caso o tamanho do osso não seja suficiente ou este não seja saudável, será feito um enxerto ósseo. Após a cirurgia o paciente entra na fase de recuperação, o pós-operatório sendo necessário um período de recuperação antes da montagem das próteses.
Certamente que já ouviu falar da rejeição dos implantes por parte do organismo. Porque é que isso acontece? Um dos fatores que influenciam esse processo é utilizar implantes fabricados em materiais que não são compatíveis com osso, como é o caso do ferro, por exemplo. Com a evolução criaram-se, além de diferentes materiais, vários tipos de design de implantes, por exemplo, hexágonos externos, cone morse, etc. Atualmente, o titânio e a zirconia são os materiais ideais para a integração da raiz artificial já que é um material biologicamente compatível com a estrutura óssea.
Existem duas despesas distintas associadas a todo o procedimento de colocação de implantes. Por um lado, a cirurgia que consiste na aplicação do implante no maxilar do paciente. Por outro lado, as próteses necessárias para a conclusão do procedimento, sejam as coroas, as pontes ou as dentaduras que serão integradas com a raiz artificial. Apesar de representar um despesa imediata elevada, comparativamente a outras soluções, deve ser encarada como um investimento a longo prazo tendo em conta a longevidade inerente, conforto e a eficácia para mastigação.